Cozinha Moçambicana

Cozinha Moçambicana

Jeny Sulemange, Khalid Aziz
Receitas da chef do Cantinho do Aziz, o mais antigo – e delicioso! – restaurante moçambicano de Lisboa
ISBN:9789896921231
Edição/reimpressão:06-2019
Editor:Arte Plural Edições
Código:000352000198
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SINOPSE

O Cantinho do Aziz foi durante muito tempo um dos segredos mais bem guardados de Lisboa; ao canto de um largo da Mouraria, serve-se a melhor cozinha moçambicana do País. Bagias, frango à cafreal, makoufe, ikala, miamba, matapa, shima, água e sal, um caril de caranguejo mundialmente conhecido e as melhores chamuças de Lisboa e arredores são algumas das especialidades da chef Jeny Sulemange, que dá a cada prato tradicional um toque muito próprio.

Agora, a chef Jeny e Khalid Aziz, o empreendedor que está a levar a marca Aziz a Nova Iorque e Londres, contam a história do restaurante moçambicano mais antigo de Lisboa e partilham algumas das receitas mais deliciosas deste cantinho - que pode passar a ser na sua casa!
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DETALHES DO PRODUTO

Cozinha Moçambicana
de Jeny Sulemange, Khalid Aziz
ISBN:9789896921231
Edição/reimpressão:06-2019
Editor:Arte Plural Edições
Código:000352000198
Idioma:Português
Dimensões:164 x 238 x 10 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:128
Tipo de Produto:Livro
«Mudei-me para Portugal já adulta, mas a paixão pela cozinha sempre me acompanhou. Quando conheci o meu marido, o Aziz, essa paixão veio ao de cima, pois ele adora comer. Era magro, quando o conheci; hoje… bem, hoje tem uns quilinhos a mais, e diz que a culpa é minha.
A mãe do Aziz é a dona Farida, ou melhor, a Chef Mãe Farida, a pioneira da cozinha moçambicana em Lisboa. Ela e o marido foram os fundadores do famosíssimo restaurante Cantinho do Aziz, na Mouraria.
Aprendi imenso com ela; aprendi outras maneiras de cozinhar e de recriar pratos da nossa terra, e via-a muitas vezes a lidar com a pressão de servir e bem servir os clientes do restaurante. Nessa altura, nunca me imaginei no lugar dela. As primeiras experiências foram nos festivais dos moçambicanos: o restaurante estava sempre presente nesses festivais, que aconteciam uma vez por ano, no verão, e, como a Chef Mãe Farida ficava no restaurante, alguém tinha de ser a chef durante o festival – e essa tarefa cabia-me a mim. A experiência da pressão de ter de servir muitas pessoas ao mesmo tempo foi surreal – e desgastante! –, mas no final valeu a pena. Só de olhar para as pessoas a comer e a abanar a cabeça de satisfação enquanto comem uma coisa cozinhada por nós… é algo que só os chefs conseguem descrever, é único.»
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